Abstract
A partir da etnografia sobre um movimento cultural afroindígena do extremo sul da Bahia, indagamos: como recriar textualmente um mundo de modo a não reduzir ou compartimentalizar a diversidade da experiência cotidiana e sua potência criativa em segmentos monolíticos como política, religião, meio ambiente, subjetividade? Propõe-se uma leitura que visa experimentar a ideia de que a produção artística, a práxis política e a ecologia do movimento cultural estudado compõem um certo modo específico de lidar com um mundo povoado por seres viventes e não viventes e pelas múltiplas potências que deles irradiam.
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Mello, C. C. do A. (2017). Quatro ecologias afroindígenas. Revista de Antropologia Da UFSCar, 9(2), 29–41. https://doi.org/10.52426/rau.v9i2.197
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