Abstract
Este ensaio procura traçar um panorama das polêmicas travadas em torno do filme Clube da luta, abordando algumas temáticas que se interpenetram com a questão da violência na sociedade contemporânea. A partir daí procura estabelecer relações não somente com a estética fílmica produzida pelo diretor David Fincher, mas também com as possíveis perspectivas que este filme pode constituir na problematização mais acurada do que Zizek denominou de "desertificaçao do real".
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Ribeiro, P. J. (2002). A era da frustração: melancolia, contra-utopia e violência em Clube da luta. Revista de Antropologia, 45(1), 221–241. https://doi.org/10.1590/s0034-77012002000100007
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