Abstract
A lesão desportiva é algo muito inconveniente que acontece ao atleta. Perturba-o, condi-ciona a sua equipa e exige da equipa médica muita atenção e dedicação, variáveis de acordo com o valor do jogador e o contexto onde se insere. Ouvir que o ligamento cruzado anterior rompeu é um drama e o primeiro pensamento não é pensar no exame ou na cirurgia a realizar, mas sim no número seis: serão pelo menos seis meses para que o atleta volte a competir. Nós, os médicos, avançamos a bobine do filme e começamos a pensar nas altera-ções degenerativas que o incapacitarão cerca de dez anos mais tarde, já para não pensar nos muitos episódios de dor e de derrame, com perda de treinos e de jogos, que entretanto surgi-rão. Se o jogador volta ao seu nível competitivo prévio logo se verá, pois muitos nunca mais lá chegarão. E se tal acontecer no jovem atleta, na criança ou no adolescente? A preocupa-ção é exponenciada e obriga a grande reflexão. Foi o que se tentou nesta edição e se pediu a especialistas nesta temática que dessem orientações para a condução deste processo.
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Review, B. K. (2021). Editorial-Sumário. Brazilian Keynesian Review, 6(2), 153–162. https://doi.org/10.33834/bkr.v6i2.260
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