Abstract
A poesia de Jean Cocteau (1889-1963) se expressa também pelos seus filmes, que constituem um verdadeiro legado artístico para a história do cinema mundial, o que a faz reverberar em produções alheias, à sua época e até os dias atuais, de Roberto Rossellini a Pedro Almodóvar, de Jacques Demy a Xavier Dolan. Com o intuito de identificar alguns aspectos que permitam estabelecer certa unidade de estilo em obra tão diversa, este artigo propõe três eixos de análise da produção cinematográfica de Jean Cocteau: poesia e trucagens; gêneros e adaptações; e o cinema na primeira pessoa. Contribuindo, assim, para a compreensão da longevidade da potência poética de uma obra concebida há mais de meio século.
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Costa, W. J. (2022). poesia ao testamento. PÓS: Revista Do Programa de Pós-Graduação Em Artes Da EBA/UFMG, 12(24), 56–74. https://doi.org/10.35699/2237-5864.2022.36059
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