Abstract
Enquadramento: O modo como adolescentes com doença crónica (ADC) lidam com adversidades relaciona-se com o seu potencial de resiliência, construído também através da relação estabelecida com enfermeiros. Objetivos: Identificar intervenções de enfermagem promotoras de resiliência em ADC; avaliar a resi- liência de ADC; e relacionar o seu nível de resiliência com intervenções recebidas. Metodologia: Estudo misto exploratório sequencial - um primeiro estudo qualitativo, com um grupo focal de 8 enfermeiros de um hospital pediátrico, elencando-se uma lista de intervenções de enfermagem promotoras de resiliência (LIER); e um segundo quantitativo, aplicando-se um questionário a 32 ADC (incluindo a Resilience Scale e a LIER obtida no primeiro estudo). Resultados: Os enfermeiros enumeram diferentes intervenções de enfermagem promotoras de resiliência. Numa amostra de 32 ADC, o nível de resiliência é médio, superior nos do foro neurológico e nas raparigas. Verificou-se baixa correlação entre o nível de resiliência e as intervenções de enfermagem. Conclusão: Sugere-se a divulgação dos resultados e um investimento crescente para que a promoção da resiliência dos ADC resulte, inequivocamente, das intervenções de enfermagem.
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Figueiredo, Â., Lomba, M., Loureiro, L., & Backes, D. (2020). A resiliência de adolescentes com doença crónica: o papel do enfermeiro na sua promoção. Revista de Enfermagem Referência, V Série(No 2). https://doi.org/10.12707/rv20008
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