Abstract
Desastres são eventos cada vez mais frequentes que se apresentam como uma ameaça à vida das pessoas, provocando impactos diretos e indiretos, mensuráveis e imensuráveis, então, falar sobre saúde em situações de desastres é um desafio. Esse tema nos leva a diversas ponderações das quais, considerando o cenário brasileiro, quero convidá-los a refletir sobre: quais os impactos potenciais que os desastres “naturais” podem trazer para a saúde das pessoas e para os serviços de saúde? as políticas públicas envolvidas nessa temática têm contribuído para o estabelecimento de uma agenda de redução do risco de desastres e para a redução do risco que esses desastres representam para a saúde humana? há consonância entre as decisões setoriais na implementação de políticas públicas e as medidas de redução do risco de desastres? há perspectivas sobre a adoção de medidas para a redução do risco atual e futuro que os desastres representam no Brasil? Todos esses pontos subsidiam uma complexa análise cercada de incertezas. Assim, vale fazer uma reflexão sobre a relação entre desastres e saúde e conhecer a estratégia de gestão de risco de desastres e a preparação e resposta à emergência em saúde pública por desastres no Sistema Único de Saúde, que será o desafio a ser apresentado neste texto.
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E Silva, E. L. (2019). POLÍTICAS PÚBLICAS NA GESTÃO DE RISCO DE DESASTRES: UM OLHAR PARA ALÉM DA RESPOSTA À EMERGÊNCIA NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE. Hygeia - Revista Brasileira de Geografia Médica e Da Saúde, 15(33), 91–96. https://doi.org/10.14393/hygeia153351681
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