Abstract
Objetivo: investigar a resiliência de enfermeiros no cuidado à criança que vivencia a terminalidade na terapia intensiva. Método: estudo qualitativo, com 12 enfermeiras das Unidades de Terapia Intensiva Pediátrica e Neonatal de dois hospitais no interior da Bahia. A coleta de dados ocorreu em abril e maio de 2019, utilizou-se a entrevista semiestruturada, analisada mediante Discurso do Sujeito Coletivo. Resultados: evidenciou-se a dificuldade das enfermeiras em lidar com a terminalidade infantil, referindo angústia e impotência, mais intensamente àquelas que são mães. A empatia e a espiritualidade se mostraram importantes no cuidado à criança terminal e no desenvolvimento da resiliência. Conclusão: faz-se necessário que a finitude seja enfrentada como curso natural da vida. Assim, deve-se ampliar estudos sobre a temática e que as instituições de ensino e laborais invistam em discussões sobre a terminalidade, para que as enfermeiras desenvolvam mecanismos de enfrentamento e de construção da resiliência no cuidado à criança.
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Andrade, B. R. V., Cunha, J. X. P. da, & Biondo, C. S. (2020). A resiliência do enfermeiro no cuidado à criança que vivencia a terminalidade. Revista de Enfermagem Da UFSM, 10, e88. https://doi.org/10.5902/2179769240348
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