Abstract
O estudo apresenta o processo de adaptação e as evidências de validade da Escala de Estresse em Estudantes para a realidade brasileira. Participaram do estudo 585 universitários de instituições brasileiras. Realizaram-se análises fatoriais, tendo sido obtido um modelo de quatro fatores, com alfas satisfatórios (sintomas fisiológicos: α=.82, relação professor-aluno: α=.80, incapacidade e inferioridade: α=.77 e lazer: α=.75), e adequados índices de ajuste: x²=282.313 (p=.00); x²/gl=1.73; TLI=.97; RMSEA=.05 (I.C.=.04–.06); CFI =.97. A escala apresentou correlação positiva significativa (r=.60, p≤.01), assim como bons índices de sensi-bilidade (99.2%) e especificidade (89.6%) em relação à Escala de Estresse Percebido, utilizada como padrão-ouro. O instrumento contribui para a ampliação de estudos sobre estresse em estudantes universitários.
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Taborda de Souza Filho, P. R., & Câmara, S. G. (2020). Evidências de validade da Escala de Estresse em Estudantes para universitários brasileiros. Revista de Psicología, 38(1), 65–86. https://doi.org/10.18800/psico.202001.003
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