Abstract
Atualmente convivem na sociedade gerações de pessoas que diferem entre si no trato com a tecnologia. Com base na desenvoltura com que dominam as mídias, uma primeira observação sobre essas gerações pode sugerir uma ruptura radical entre os mais novos e os mais velhos, mas essa perspectiva é falha. Estudos mostram que não existe uma classe de pessoas de mais idade resistentes à informática e que a geração dos mais jovens não deve ser vista como homogênea [3, 5, 16]. Isto vale para o contexto educacional, que conta com professores de diferentes gerações. Então, dado o interesse que os docentes têm pelo uso da informática na educação, estaria o nível de tal interesse correlacionado à idade do professor? Caso sim, seriam os jovens os mais interessados ou seriam os mais velhos? Este é um importante aspecto a ser considerado na caracterização do perfil do usuário no desenvolvimento de software educacional, bem como na identificação do público-alvo de cursos de formação docente que abordam assuntos relacionados à tecnologia. Assim, o presente trabalho realiza um estudo de correlação entre as idades de vários professores e diversos indicadores de seus respectivos níveis de interesse com o objetivo de responder esses questionamentos. O presente estudo se apoia no contexto de um curso de extensão a distância de formação docente para a produção de objetos de aprendizagem e discute as possibilidades de generalização de seus resultados.
Cite
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Mendes, A. C., Medeiros Filho, D. A., & Gimenes, I. M. D. S. (2015). Quem tem mais interesse pelo uso da informática na educação? Os professores mais jovens ou os mais velhos? – Um estudo correlacional. Revista Brasileira de Informática Na Educação, 23(02), 160. https://doi.org/10.5753/rbie.2015.23.02.160
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