Problematic parent-infant relationships in two-parent families: prevalence and risk factors in a Brazilian neighborhood

  • Falceto O
  • Giugliani E
  • Fernandes C
N/ACitations
Citations of this article
91Readers
Mendeley users who have this article in their library.

Abstract

Introduction: Although the quality of parent-child relationships is known to be associated with the offspring's mental health, little is known about the prevalence of problematic relationships in this scenario. This cross-sectional study aims to investigate the prevalence and risk factors of different types of early parent-infant relationships in a Brazilian population group. Methods: During 1 year, all families (n = 230) from an urban community of Porto Alegre, southern Brazil, with 4-month-old infants born in public hospitals were identified, and 148 were fully investigated by two family therapists. This study describes data on the 116 infants with two-parent families. Demographic, obstetric, and relational variables were collected through questionnaires and scales (Parent-Infant Relationship Global Assessment Scale, Global Assessment of Relational Functioning, and Self-Report Questionnaire). Prevalence ratios were calculated, and Poisson regression with robust variance was performed to adjust for covariates. Results: Almost 10% of mothers and 12% of fathers showed at least a significantly perturbed relationship with their 4-month-old infants. Inadequate mother-infant bonding coincided with evidence of paternal mental disorder, poor maternal social network, and discontinuation of breastfeeding at 4 months. A problematic father-infant relationship was associated with a dysfunctional couple relationship and with low infant birth weight. Conclusions: There is a high prevalence of early parent-child relationship problems, suggesting a need for health system interventions. Parent-infant relational problems are prevalent very early in life and more associated with other relational problems than with socioeconomic burden.Introdução: Embora seja consenso que a qualidade das relações pais-filho influencie a saúde mental da prole, pouco se sabe sobre a prevalência de relações problemáticas nessa esfera. Este estudo transversal teve como objetivo investigar a prevalência e os fatores de risco de diferentes tipos de relações entre pais e lactentes em um bairro brasileiro. Métodos: Durante 1 ano, todas as famílias (n = 230) residentes em uma comunidade urbana de Porto Alegre, sul do Brasil, com filhos de 4 meses de idade nascidos em hospitais públicos foram identificadas, e 148 foram investigadas em detalhe por dois terapeutas familiares. Este estudo descreve os dados dos 116 lactentes com famílias formadas por pai e mãe. Variáveis demográficas, obstétricas e relacionais foram coletadas através de questionários e escalas (Parent-Infant Relationship Global Assessment Scale, Global Assessment of Relational Functioning e Self-Report Questionnaire). Razões de prevalência foram calculadas, e a regressão de Poisson com variância robusta foi utilizada para ajuste de covariáveis. Resultados: Quase 10% das mães e 12% dos pais mostraram pelo menos uma relação significativamente perturbada com seus lactentes de 4 meses de idade. Vínculo inadequado entre mãe e lactente coincidiu com evidências de transtorno mental paterno, uma rede social de apoio insatisfatória por parte da mãe e interrupção do aleitamento materno aos 4 meses. Relação problemática entre o pai e o lactente associou-se com relação disfuncional do casal e com baixo peso do lactente ao nascimento. Conclusões: Há uma alta prevalência de problemas nas relações precoces entre pais e filho, sugerindo a necessidade de intervenções do sistema de saúde. Problemas relacionais pais-filho são altamente prevalentes logo no início na vida do lactente e são mais associados a outros problemas relacionais do que a sobrecarga socioeconômica.

Cite

CITATION STYLE

APA

Falceto, O. G., Giugliani, E. R. J., & Fernandes, C. L. C. (2012). Problematic parent-infant relationships in two-parent families: prevalence and risk factors in a Brazilian neighborhood. Trends in Psychiatry and Psychotherapy, 34(3), 139–146. https://doi.org/10.1590/s2237-60892012000300005

Register to see more suggestions

Mendeley helps you to discover research relevant for your work.

Already have an account?

Save time finding and organizing research with Mendeley

Sign up for free