Abstract
A automedicação conceitua-se como uma prática de tratamento de sinais e sintomas por meio da utilização de medicamentos sem prescrição médica. Neste estudo, foi desenvolvido um questionário para acadêmicos de medicina dos terceiro e oitavo períodos do Centro Universitário São Lucas, com o objetivo de avaliar se há diferença no grau de automedicação entre os estudantes que já cursaram farmacologia e os que ainda não cursaram, verificando, desta forma, quais os analgésicos mais utilizados pelos estudantes e os potenciais riscos do uso crônico. Diante desta temática, foi entrevistada uma população de 56 acadêmicos dos terceiro e oitavo períodos, nos quais 100% conheciam a definição de automedicação. Com relação ao conhecimento sobre o medicamento por meio da leitura da bula, os acadêmicos do oitavo período mostraram mais disposição para lê-la, comparativamente aos do terceiro. Sobre a ida ao médico em caso de dor, a maioria dos acadêmicos dos dois períodos mostrou-se avessa a esta prática. Quanto à indicação do medicamento, a maioria dos alunos do terceiro período é influenciada pela família, enquanto os do oitavo tomam por conta própria. A respeito das reações adversas, a maioria da população dos dois grupos mostrou-se não sofrer com tal problemática. Ao avaliar os analgésicos mais utilizados pelos alunos que se automedicam, o resultado foi: Dipirona, Paracetamol e Dorflex®. Por fim, ao analisar sobre as patologias que mais levam à prática abordada, o resultado foi: cefaleia, dores musculares e cólicas.
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Fachinello, A. C. R., Rodrigues, A. K. G., Branco Junior, A. G., Bueno, G. R., Silva, H. M. A. da, Santos, I. M. P., … Puttin, R. C. (2019). AUTOMEDICAÇÃO ANALGÉSICA ENTRE OS ACADÊMICOS DO 3o E 8o PERÍODO DO CURSO DE MEDICINA DE UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE PORTO VELHO RONDÔNIA. SABER CIENTÍFICO, 8(2), 52. https://doi.org/10.22614/resc-v8-n2-1163
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