Microagulhamento versus microcorrente galvânica associada ao peeling químico em estrias albas

  • Rêgo A
  • Oliveira H
  • Costa R
  • et al.
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Abstract

Introdução: As estrias são as lesões elementares de pele que acometem mais o sexo feminino. Podem ser decorrentes de múltiplas etiologias, como fatores genéticos, hormonais e mecânicos. As principais formas de tratamento incluem as técnicas de microagulhamento, galvanopuntura e peeling químico. Objetivo: Comparar a influência da utilização do microagulhamento e da microcorrente galvânica associada ao peeling químico sobre a aparência de estrias albas na região glútea de mulheres jovens. Métodos: Realizou-se em 11 mulheres de fototipo de pele II a V de acordo com Fitzpatrick, com idade média de 22,18 ± 2,04 anos, com estrias albas na região do glúteo, as quais foram divididas em dois grupos: microagulhamento (GM) (N = 6) e microcorrente galvânica associada ao peeling químico (GMgP) (N = 5) e foram avaliadas por imagens do pré e pós-tratamento. Resultados: Foi possível observar melhora do aspecto das estrias em ambos os grupos, contudo, avaliando qualitativamente, o grupo GM obteve melhores resultados. Conclusão: Foi possível perceber melhores resultados utilizando a técnica de microagulhamento, tanto em relação a tolerância da dor e adesão ao tratamento, quanto em relação a aparência e textura das estrias.

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Rêgo, A. L. C., Oliveira, H. V. G. de, Costa, R. R., & Salgado de Oliveira Rocha, L. S. de O. (2022). Microagulhamento versus microcorrente galvânica associada ao peeling químico em estrias albas. Fisioterapia Brasil, 23(1), 114–127. https://doi.org/10.33233/fb.v23i1.3666

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