Perfil epidemiológico das mulheres com sí­ndromes hipertensivas na gestação e sua repercussão na prematuridade neonatal em uma maternidade pública de Belém/PA

  • Matias Dias R
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Objetivo: Traçar o perfil epidemiológico de puérperas com Doença Hipertensiva Especí­fica da Gravidez (DHEG), no ano de 2013, atendidas na Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará, Belém/PA, identificando os fatores de risco e correlacionando às repercussões das sí­ndromes com a prematuridade neonatal. Método: Estudo transversal retrospectivo, com abordagem quantitativa, com uma amostra de 200 puérperas que evoluí­ram com partos vaginal e cesárea de 205 RNs. A coleta de dados foi por meio da análise de prontuários. Resultados: A maioria das mulheres evoluiu para parto cesárea (94,5%), era primigesta e solteira, seus RNs evoluí­ram com Idade Gestacional (AIG) (49,8%), seguido Pequeno para a Idade Gestacional (PIG) (38,0%), nasceram a termo (52,2%), seguido de prematuros (27,3%). Quanto ao tratamento, o mais frequente foi a terapêutica com Oxi-hood (39,8%), seguido por entubação orotraqueal (24,8%). Conclusão: Evidenciou-se o número de RNs com baixo peso e prematuros que necessitou de suporte ventilatório e UTI, comprovando que as DHEG levam a complicações imediatas e tardias nos neonatos.Palavras-chave: Enfermagem, hipertensão, prematuridade, epidemiologia.Â

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Matias Dias, R. M. (2016). Perfil epidemiológico das mulheres com sí­ndromes hipertensivas na gestação e sua repercussão na prematuridade neonatal em uma maternidade pública de Belém/PA. Enfermagem Brasil, 15(1), 5–11. https://doi.org/10.33233/eb.v15i1.91

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