Abstract
Over the last four decades, Olympic urbanism has been constantly evolving, producing increasingly onerous large-scale urban projects with high visibility impacts on social and environmental issues in each host city. This article aims to reflect on the nature and the limits of the adoption of the concept of sustainability by contemporary Olympic projects and as a consequence understand the environmental dimension of the ongoing Olympic crisis. To this end, we will investigate: 1 the idea of sustainability from urban geography; 2 the congruencies of the Olympic crisis and the environmental crisis; and, finally, the 3 adoption of sustainability at the 2016 Summer Olympics, which took place in the city of Rio de Janeiro. ESUMO / CRISE OLÍMPICA, CRISE AMBIENTAL Nas últimas quatro décadas, o urbanismo olímpico evoluiu constantemente, passando a produzir projetos urbanos cada vez mais onerosos e de grande vulto, com impactos de alta visibilidade em quest\~{o}es sociais e ambientais em cada cidade-sede. Este artigo tem como objetivo refletir sobre a natureza e os limites da adoção do ideário da sustentabilidade nos projetos olímpicos contemporâneos e por esta via entender a dimensão ambiental da crise olímpica em curso. Para isso, investigaremos: 1 a noção de sustentabilidade a partir da geografia urbana; 2 as congruências da crise olímpica e da crise ambiental; e, por fim, a 3 adoção da sustentabilidade nos Jogos Olímpicos de Verão de 2016, que ocorreram na cidade do Rio de Janeiro.
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MASCARENHAS, G., & OLIVEIRA, L. D. de. (2018). OLYMPIC CRISIS, ENVIRONMENTAL CRISIS. Mercator, 17(2018), 1–15. https://doi.org/10.4215/rm2018.e17018
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