Abstract
A ocupação do centro da América do Sul exigiu que novos caminhos fluviais ou terrestres fossem abertos. Essa ação resultou no desmatamento que gerava a dispersão de animais, proliferação de insetos e enfermidades desconhecidas para os colonos. A proliferação das doenças foi uma das dificuldades encontradas no processo de colonização. Contudo, os colonos se preocuparam com a saúde dos corpos, recorrendo às práticas de cura baseadas no uso da fauna e da flora, na invocação dos santos e outras entidades sobrenaturais. Feiticeiros e benzedores dividiam o espaço com médicos, cirurgiões, boticários, barbeiros/sangradores e enfermeiros que realizavam uma prática pública reconhecida oficialmente pelas autoridades locais. Neste sentido, a presente dissertação tem como objetivo realizar um panorama das artes de curar no centro da América do Sul, percebendo a existência de ações públicas voltadas para a saúde, no período de 1727 a 1808. ABSTRACT
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Barbosa, F. S. (1986). Saúde e doença. Cadernos de Saúde Pública, 2(2), 258–259. https://doi.org/10.1590/s0102-311x1986000200017
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