Abstract
Resumo: A antropologia na Argentina teve inicio com a antropologia física, arqueologia e folclore. Recentemente, na década de 60, surgiram orientações que propuseram a prática uma antropologia social. Tal disciplina é conceitualizada como ampla quanto ao seu objeto (o qual inclui não apenas índios e camponeses), compro-metida com problemas urgentes do país e capaz de trazer soluções. Essa concepção foi combatida por correntes teóricas hegemónicas em épocas ditatoriais que proibi-ram sua prática, perseguiram professores e fecharam cursos. Somente com a restau-ração da democracia em 1983 a disciplina consegue consolidar-se. Abstract: In the beginning, Argentinian anthropology was confi ned to physical an-thropology, arqueology and folklore. During the sixties, a new approach, from the fi eld of social anthropology, appeared. The discipline had broad aims as to its object (including more than Indians and peasants), and its compromise with fi nding solu-tions for the country's urgent problems. This conception was threatened by hegemonic theoretical trends during the years of dictatorship which prohibited its practice, per-secuted teachers and closed courses. The real consolidation of the discipline only became possible in 1983 with the restoration of democracy.
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Ratier, H. E., & Ringuelet, R. R. (1997). La Antropología Social en la Argentina: un producto de la democracia. Horizontes Antropológicos, 3(7), 10–23. https://doi.org/10.1590/s0104-71831997000300002
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