Abstract
O presente artigo analisa a contracultura brasileira por meio do Movimento Tropicalista e sua fabricação de sentidos e identidades reverberadas na moda. Sua forma de expressão e diferenciação foi assinalada por uma linguagem universalista, composta por gírias, roupas coloridas, adereços artesanais, barba e cabelos compridos, por exemplo, que ganhou contornos próprios em cada lugar do planeta, revelando o anseio ideológico de ruptura com os padrões estéticos vigentes. A moda mostra as tensões e os debates estabelecidos naqueles anos em torno das aparências e dos comportamentos que tiveram palco no país, fabricando significados para a indumentária, afirmando identidades e resistências dos segmentos juvenis.
Cite
CITATION STYLE
De Barros, P. M. (2016). Tropicália: contracultura, moda e comportamento em fins da década de 60. DObra[s] – Revista Da Associação Brasileira de Estudos de Pesquisas Em Moda, 9(20), 160–177. https://doi.org/10.26563/dobras.v9i20.482
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