Abstract
Trata-se aqui de apresentar algumas expressões simbólicas de atualização de uma identidade citadina de migrante, entre jovens citadinos brasileiros de origem socioeconômica desfavorecida. Através da observação de um dos mais importantes rituais da festa junina urbana em Natal – a quadrilha junina –, percebemos como suas versões “tradicional” e “estilizada” recuperam imagens estereotipadas do homem do campo, ora remetendo-se ao caipira imortalizado pelo Jeca Tatu, ora ao “matuto country” vestido em seda, veludo e cetim. De que modo essa produção identitária é percebida pelos seus atores e pelo conjunto da sociedade?
Cite
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CHIANCA, L. D. O. (2007). Quando o campo está na cidade: migração, identidade e festa. Sociedade e Cultura, 10(1). https://doi.org/10.5216/sec.v10i1.1722
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