INTERVENCIONES NO FARMACOLÓGICAS PARA EL SUEÑO EN NEONATOS, LACTANTES E INFANTES: REVISIÓN INTEGRATIVA

  • Alvarado Zárate L
  • Pasten González A
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Abstract

Objetivo: Comparar la efectividad de intervenciones no farmacológicas frente al cuidado habitual para mejorar la calidad y duración del sueño en pacientes hospitalizados. Material y Método: Se realizó una revisión integrativa siguiendo las directrices PRISMA, abarcando artículos publicados entre enero de 2019 y agosto de 2024 en bases como BVS, Web of Science, PubMed y Science Direct. Los estudios encontrados fueron seleccionados con la planilla CASPe y el sistema GRADE. Se incluyeron estudios cuasiexperimentales y ECA centrados en la población neonatal, lactante o infantil hospitalizada que utilizaron intervenciones no farmacológicas para la inducción del sueño, en idioma inglés, español o portugués. Resultados: En los 7 artículos que cumplieron los criterios de inclusión, se identificaron 8 intervenciones no farmacológicas: toque terapéutico, ruido blanco, reiki, móvil iluminado, aceite de rosas, musicoterapia, lectura de cuentos, canciones de cuna (cantadas o grabadas) y método canguro. Estas intervenciones demostraron mejoras en la duración y calidad del sueño. Sin embargo, el nivel de evidencia fue bajo en un estudio, mediano en dos estudios y alto en cuatro estudios. Conclusión: Las estrategias identificadas podrían ser útiles y costo-efectivas en diversos entornos clínicos dependiendo de los recursos disponibles. La limitada cantidad de estudios resalta la necesidad de investigaciones adicionales en estos grupos etarios para optimizar el cuidado de pacientes hospitalizados.Objective: To compare the effectiveness of non-pharmacological interventions versus usual care in improving sleep quality in hospitalized patients. Materials and Methods: An integrative review was conducted according to the PRISMA guidelines, covering articles published between January 2019 and August 2024 in databases such as BVS, Web of Science, PubMed and Science Direct. The selected studies were evaluated using the CASPe template and the GRADE system. Quasi-experimental studies and RCTs, focused on the hospitalized neonates, infants or children, using non-pharmacological interventions for sleep induction, in English, Spanish or Portuguese language, were included. Results: In the 7 articles that met the inclusion criteria, 10 non-pharmacological interventions were identified: therapeutic touch, white noise, Reiki, illuminated mobile, rose oil, music therapy, story reading, lullabies sung, lullabies recorded, as well as kangaroo care method. These interventions demonstrated improvements in sleep duration and quality. However, the level of evidence was low in one study, medium in two and high in four. Conclusion: The identified strategies could be useful and cost-effective in various clinical settings depending on available resources. The limited number of studies highlights the need for further research in these age groups to optimize the care for hospitalized patients.Objetivo: Comparar a eficácia de intervenções não farmacológicas versus cuidados habituais para melhorar a qualidade e a duração do sono em pacientes hospitalizados. Material e Método: Foi realizada uma revisão integrativa seguindo as diretrizes PRISMA, abrangendo artigos publicados entre janeiro de 2019 e agosto de 2024 em bancos de dados como BVS, Web of Science, PubMed e Science Direct. Os estudos encontrados foram selecionados usando o modelo CASPe e o sistema GRADE. Foram incluídos estudos quase-experimentais e ECRs, com foco na população neonatal, de bebês ou crianças hospitalizadas, usando intervenções não farmacológicas para indução do sono, em inglês, espanhol ou português. Resultados: Nos 7 artigos que atenderam aos critérios de inclusão, foram identificadas 10 intervenções não farmacológicas: toque terapêutico, ruído branco, reiki, móbile iluminado, óleo de rosas, musicoterapia, leitura de histórias, canções de ninar cantadas, ninar gravadas e método canguru. Essas intervenções demonstraram melhorias na duração e na qualidade do sono. Entretanto, o nível de evidência variou de baixo num estudo, a médio em dois estudos e a alto em quatro estudos. Conclusão: As estratégias identificadas podem ser úteis e econômicas em vários cenários clínicos, dependendo dos recursos disponíveis. O número limitado de estudos destaca a necessidade de mais pesquisas nessas faixas etárias para otimizar o atendimento a pacientes hospitalizados.

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Alvarado Zárate, L., & Pasten González, A. (2025). INTERVENCIONES NO FARMACOLÓGICAS PARA EL SUEÑO EN NEONATOS, LACTANTES E INFANTES: REVISIÓN INTEGRATIVA. Ciencia y Enfermería, 31. https://doi.org/10.29393/ce31-19fnap20019

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