Prevenção e enfrentamento do bullying: o papel de professores

  • Silva J
  • Bazon M
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Abstract

A boa convivência entre os estudantes no ambiente escolar representa um desafio. Como na escola o pluralismo da sociedade é refletido, as diferenças pessoais, étnicas/culturais e econômicas podem originar conflitos e violência. A violência entre pares, intencional, repetitiva, que envolve desequilíbrio de poder, é denominada bullying. A escola é o local principal de expressão desta problemática que, no Brasil, ocorre com maior frequência nas salas de aula. O bullying afeta negativamente o clima escolar e o desenvolvimento de todos os envolvidos - agressor, vítima e espectadores. Embora o nível de conhecimento dos professores sobre o bullying varie em termos de abrangência e de profundidade, este não é, de modo geral, suficiente para que identifiquem ou para que sejam sensíveis a todas as agressões em sala de aula. Dentro disso, as intervenções que realizam tendem a ser pontuais e desarticuladas. Para muitos professores e outros agentes escolares prevalece a crença de que o bullying é “brincadeira” de crianças/adolescentes e de que as suas consequências não são muito graves. Assim, denota-se a importância de formação do professor, de modo a incrementar não somente seu conhecimento sobre o tema, mas, principalmente, sua sensibilidade e sua competência para intervir no problema, contribuindo assim para que o clima escolar seja menos violento e excludente. Esse é o foco deste ensaio teórico.

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Silva, J. L. D., & Bazon, M. R. (2017). Prevenção e enfrentamento do bullying: o papel de professores. Revista Educação Especial, 30(59), 615. https://doi.org/10.5902/1984686x28082

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