Abstract
Resultado de uma série de palestras seminais ministradas por John Dewey na Harvard University, Arte como experiência foi publicado pela primeira vez em 1934 e, desde então, é considerado o trabalho mais renomado de um filósofo norte-americano a respeito da estrutura formal das artes e de seu impacto sobre o espectador, leitor ou ouvinte. Segundo Dewey, a experiência, essa negociação consciente entre o eu e o mundo, é uma característica irredutível da vida, e não há experiência mais intensa do que na arte. O objeto artístico, por si só, não existe até ser presentificado pelo observador, que, segundo seus próprios interesses, recriará o processo de seleção, simplificação, iluminação e condensação empregado pelo artista para só então perceber e aceitar o objeto como obra de arte.
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Reis, M., & Bagolin, L. A. (2011). Arte Como Experiência. Cadernos de Pesquisa, 41(142), 314–319. https://doi.org/10.1590/s0100-15742011000100017
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