O exame neurológico

  • Julião O
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A importância do exame neurológico foi defendida no prefácio da sexta edição desta obra, publicada em 2005. Em 2009, o professor Christopher Hawkes escreveu um artigo na revista Practical Neurology intitulado “I’ve stopped examining patients!” (Não examino mais os pacientes!)1 no qual observou que, cada vez mais, os exames ficavam mais superficiais, tornando-se quase inexistentes. Hawkes constatou que não havia examinado ou que tinha feito um exame neurológico sumário em 44% de seus pacientes novos. Com frequência ele deixava de fazer o exame neurológico em pacientes com condições como transtornos do sono, crises convulsivas, síncope, AIT, demência e tonteira. Obviamente, a anamnese é extremamente importante no diagnóstico dessas condições, e o exame neurológico acabava tendo papel menor.

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Julião, O. F. (1941). O exame neurológico. Revista de Medicina, 25(91), 39–70. https://doi.org/10.11606/issn.1679-9836.v25i91p39-70

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