Abstract
A biossegurança em áreas de confinamento de animais silvestres é questão fundamental para a saúde pública, sobretudo em locais onde os animais são considerados protagonistas da atração, como em parques zoológicos. Estes locais, apesar de toda segurança envolvida na contenção e manejo dos animais, ainda podem ser considerados como ponto de transmissão de zoonoses. Objetivou-se avaliar o grau de insalubridade dos funcionários e o uso de equipamentos de proteção contra patógenos de caráter zoonótico em áreas de confinamento de animais silvestres. O estudo foi realizado através da análise dos dados obtidos por meio de questionário aplicado aos trabalhadores de áreas de confinamento de animais silvestres, cujo enfoque era sobre a rotina de trabalho, manejo dos animais, histórico de saúde e o conhecimento acerca de doenças zoonóticas. As informações coletadas revelaram que, em parte, a administração do local proporciona aos funcionários uma segurança básica, fornecendo EPIs e cursos de atualização no manejo dos animais. Entretanto, a vestimenta utilizada pelos funcionários é lavada em suas próprias residências. Ainda há pontos a serem corrigidos na biossegurança nestes parques, como a construção de vestiários e uniformes próprios, com a lavagem do mesmo em um setor de lavanderia no próprio local. https://doi.galoa.com.br/doi/10.17648/jibi-2448-0002-1-1-4216
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Viana, F. J. C., Rizzo, M. D. S., & Freire, S. M. (2015). Biossegurança no manejo de animais silvestres em áreas de confinamento no Estado do Piauí. Jornal Interdisciplinar de Biociências, 1(1), 23. https://doi.org/10.26694/2448-0002.vl1iss1pp23-27
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