Abstract
Este artículo se compone de dos partes: en una primera, se argumenta que la bioética nace originariamente con A. Stöhr en los años 1910-1917, para lo cual se presenta el marco y las líneas de origen. La bioética de Stöhr se articula en un dúplice movimiento: de un lado, en un esfuerzo por disminuir el dolor y el sufrimiento y, de otro, y acaso principalmente, en señalar cómo y por qué existe un vínculo directo que de la bioética condice a las artes y las letras, a la cultura, como aumento del placer, los gustos y las satisfacciones. A lo largo del artículo se argumenta que debe ser posible una arqueología de la bioética, que es más, y muy distinta, a una historia de la bioética. Foucault emerge entonces como un referente. En la segunda parte se sitúa a Stöhr en el marco de la bioética actual. Al final se extraen algunas conclusiones.This paper is structured into two main sections. Part one argues that bioethics originally emerged due to contributions of A. Stöhr between 1910 and 1917. It presents a framework and out- lines the main lines of though for this origin. According to Stöhr, bioethics involves a twofold approach: avoiding or diminishing pain and suffering, while increasing pleasure and joy. It is sense, bioethics is linked to the arts, letters, and culture. This paper outlines an archeology of bioethics, which differs significantly from a history of bioethics, drawing on M. Foucault as a reference. Part two is assesses Stöhr’s contributions within the broader landscape of current bioethics studies. The paper concludes with some final observations.Este artigo se compõe de duas partes. Na primeira, argumenta-se que a bioética nasce originariamente com A. Stöhr nos anos 1910-1917, onde se apresentam o marco e as linhas de ori- gem. A bioética de Stöhr se articula em um duplo movimento: por um lado, em um esforço para diminuir a dor e o sofrimento e, por outro, e talvez principalmente, em apontar como e por que existe um vínculo direto entre bioética e as artes e as letras, a cultura, como aumento do prazer, dos gostos e das satisfações. Ao longo do artigo, argumenta-se que deve ser possível uma Arqueologia da bioética, que é maior e muito diferente de uma História da bioética. Foucault emerge então como uma referência. Na segunda parte, situa-se Stöhr no marco da bioética atual. Ao final, extraem-se algumas conclusões.
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Maldonado, C. E. (2024). Origen y sentido de la bioética en A. Stöhr, 1910-1917. Revista Latinoamericana de Bioética, 24(1), 11–21. https://doi.org/10.18359/rlbi.7305
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