Abstract
Neste texto, Saidiya Hartman elabora questões sobre diáspora e luto a partir de sua visita ao Castelo da Costa do Cabo e ao Castelo de Elmina, em Gana, e à Casa dos Escravos, na Ilha de Gorée, no Senegal. Percebendo as articulações entre memória e turismo, a autora tensiona narrativas oficias e encenações do luto, considerando o tempo da escravidão como um evento contínuo que nos faz “contemporâneas das mortas”.
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Hartman, S. (2021). O Tempo da Escravidão. Revista Periódicus, 1(14), 242–262. https://doi.org/10.9771/peri.v1i14.42791
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