Abstract
A Maternidade do Hospital Universitário em Florianópolis, Santa Catarina, Brasil, procura seguir as recomendações da Organização Mundial da Saúde no sentido da humanização da assistência ao parto, entre elas: o incentivo ao parto vaginal, ao aleitamento materno, ao alojamento conjunto, à presença de acompanhante e à redução do excessivo intervencionismo tecnológico no processo do parto. Neste artigo, são analisadas as diferenças relativas ao público que a ela acorre: mulheres de classes médias e de grupos populares. A análise busca observar as diferenças entre estas usuárias no que tange à escolha de acompanhante e experiências de dor e de amamentação.The maternity ward of the University Hospital in Florianópolis, Santa Catarina, Brazil, attempts to follow World Health Organization guidelines for humanized childbirth care, including the encouragement of non-surgical delivery, breastfeeding, rooming-in, extended family visitation, and reduction of excessive technological intervention in the delivery process. The study focuses specifically on the choice of delivery procedure and on family presence during labor/childbirth, as well as women's experience with labor and breastfeeding.
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Tornquist, C. S. (2003). Paradoxos da humanização em uma maternidade no Brasil. Cadernos de Saúde Pública, 19(suppl 2), S419–S427. https://doi.org/10.1590/s0102-311x2003000800023
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