Abstract
Os trabalhos com grupos, instrumental valioso nos espaços institucionais, vêm sofrendo um processo de banalização de cunho tecnicista. Este artigo pretende ser uma contribuição à reflexão sobre a coordenação de grupos. Afasta-se dos estudos sobre a personalidade dos coordenadores, propondo seu entendimento como o de mediadores entre o nível vivencial e a compreensão crítica. Isso aponta seu caráter constitutivo nos processos grupais.The work with groups, a valuable tool in institutional spaces, is becoming more and more vulgarized because of a tendency toward a mere technical approach. This article is intended to be a contribution to group coordination. It keeps away from the study of the coordinators personality, suggesting that they be understood as mediators between experiencing and critical understanding. Thus pointing out their constructive role in group processes.
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Andaló, C. S. de A. (2001). O papel de coordenador de grupos. Psicologia USP, 12(1), 135–152. https://doi.org/10.1590/s0103-65642001000100007
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