Abstract
O presente texto discute o lugar e a função do falo no cerne da teoria psicanalítica: desde a “fase fálica do desenvolvimento da libido” (FREUD, 1923) até o “quadro lógico da sexuação” que divide os seres falantes em dois lados: “lado homem” ou gozo “todo fálico” e “lado mulher” ou gozo “não-todo fálico” (LACAN, 1972-73). Dois importantes autores da literatura universal, Antonin Artaud e Yukio Mishima, e um menino de treze anos, Miguel, são convocados pelo autor para ilustrar os seguintes temas: o falo zerado, na psicose, o desmentido perverso e a transformação do falo em significante do desejo, na neurose.
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Pollo, V. (2010). Considerações acerca do falo e sua incidência nas estruturas clínicas. Estudos e Pesquisas Em Psicologia, 10(3). https://doi.org/10.12957/epp.2010.8911
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