Abstract
Este texto é resultado de um trabalho de pesquisa, mas também de vivencia e diálogo presente na relação entre uma professora não indígena e um professor indígena, de matemática, construído ao longo do trabalho e reflexão sobre a educação escolar indígena. Este diálogo ultrapassa as marcas de tempos e espaços, pois se constituem na relação estabelecida ao longo dos anos na universidade, na escola e na aldeia. Tem como objetivo apresentar os sentidos produzidos pelos autores, sobre a forma como percebemos os agenciamentos produzidos nas escolas, pela comunidade e pelas instituições externas, nas práticas de professores indígenas. Diferentes situações apontam que, ao lidarem com as condições colocadas pela educação escolar para os indígenas, e no momento reforçada pela educação em tempos de pandemia, os professores indígenas produzem movimentos de (re) existência, nas fissuras e frestas da ordem/moderno colonial.
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Mendes de Oliveira, M. A., & Batista, E. (2020). Movimentos de (re) existência nas práticas pedagógicas de professores indígenas. Revista Latinoamericana de Etnomatemática Perspectivas Socioculturales de La Educación Matemática, 13(1), 150–173. https://doi.org/10.22267/relatem.20131.41
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