Abstract
A partir da discussão de um trabalho de extensão universitária desenvolvido pela autora num hospital público em Natal, RN, junto à equipe técnica da UTI neonatal e às mães dos bebês prematuros ali internados, delimitam-se as condições em que o trabalho se realizou e, em seguida, propõe-se uma reflexão em torno de duas articulações teóricas: a primeira dizendo respeito ao que pode significar a maternidade em relação à feminilidade e a segunda tratando da demanda em relação ao desejo. Por fim, busca-se delinear possíveis diretrizes para uma prática do analista fora do setting, visando uma contribuição para o debate em torno da questão da psicanálise aplicada.
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Holanda, S. A. R. de. (2004). Bebês prematuros na UTI: a maternidade em questão. Estilos Da Clinica, 9(16), 58. https://doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v9i16p58-69
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