Abstract
INTRODUÇÃO: As Linhas de Cuidado têm-se mostrado como importantes ferramentas para a gestão do cuidado, facilitando o fluxo assistencial, integrando serviços, instituições e atores responsáveis pelo cuidado àquela população específica; no campo da saúde mental infantojuvenil, essas ferramentas mostram-se como objetos importantes na luta pelo cuidado integral, humanizado e em liberdade. OBJETIVO: Descrever o processo inicial de planejamento, discussão e elaboração da Linha de Cuidado em Saúde Mental Infantojuvenil do município de Dias d’Ávila-BA. METODOLOGIA: A experiência relatada ocorreu durante estágio na Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) do município, quando o autor era residente no Programa de Residência em Saúde da Família (FESF-SUS/FIOCRUZ). Para tal, foram utilizadas anotações e registros pessoais do autor, além de fichas e livros de registro do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS). Trata-se de um estudo descritivo, de abordagem qualitativa, no formato de relato de experiência. RESULTADOS: Durante as discussões, além do debate de temas centrais, como racismo e sexismo, foram levantadas possibilidades assistenciais e critérios de encaminhamento, tendo como referência o CAPS. CONCLUSÃO: Os objetivos da pesquisa foram cumpridos e, além disso, relatar essa experiência proporcionou ao campo, de modo geral, um olhar mais cuidadoso em relação ao tema proposto.
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Gomes Junior, W. R., & Teixeira, D. S. (2023). Toda linha tem um ponto de partida: relato de um psicólogo residente sobre a construção da Linha de Cuidado em Saúde Mental Infantojuvenil de Dias d’Ávila/BA. Revista Psicologia, Diversidade e Saúde, 12, e4237. https://doi.org/10.17267/2317-3394rpds.2023.e4237
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