ARQUEOLOGIA – ANTROPOLOGIA OU HISTÓRIA? ORIGENS E TENDÊNCIAS DE UM DEBATE EPISTEMOLÓGICO

  • Symanski L
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Ao longo do século XX um debate marcou a arqueologia, sobretudo a norte-americana, deveriam os arqueólogos se ater a uma produção de conhecimento histórico, restringindo suas explicações às particularidades de cada caso? Ou almejar a uma meta mais ampla, buscando extrair dos eventos únicos regularidades mais gerais sobre o comportamento humano, gerando, assim, uma produção de conhecimento tida como verdadeiramente antropológica? Embora tal debate seja mais comumente relacionado à emergência da nova arqueologia dos anos 60, ele foi recorrente na antropologia e arqueologia norte-americanas desde, pelo menos, o segundo terço daquele século. De fato, o movimento pendular entre metas particularistas e generalizantes marcou não somente a arqueologia, mas a própria antropologia ao longo do século XX. Este trabalho tem por propósito, por um lado, analisar as origens e o desenvolvimento deste debate, cujas posições se traduzem na polarização entre explanação e interpretação, e, por outro, discutir as abordagens teóricas mais recentes, que buscam superar essa dicotomia com base, sobretudo, no relacionismo metodológico das teorias da prática.

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Symanski, L. C. P. (2014). ARQUEOLOGIA – ANTROPOLOGIA OU HISTÓRIA? ORIGENS E TENDÊNCIAS DE UM DEBATE EPISTEMOLÓGICO. Tessituras: Revista de Antropologia e Arqueologia, 2(1), 10. https://doi.org/10.15210/tes.v2i1.3796

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