Abstract
Neste artigo procura-se pensar a experiência de seropositividade a partir de uma perspectiva psicológica e existencial, abordando quer as dificuldades em conviver com um corpo percepcionado como “doente”, quer as dificuldades inerentes a esta infecção em particular. Faz-se ainda uma abordagem às condicionantes à adesão medicamentosa e, por fim, a partir de uma perspectiva fenomenológico-existencial, procura-se lançar luz sobre as razões subjacentes às dificuldades em integrar este diagnóstico.
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Correia, E. (2012). “Existere” com o VIH! É possível (com)viver com este vírus? Para uma compreensão da experiência de seropositividade. Análise Psicológica, 28(4), 643–649. https://doi.org/10.14417/ap.383
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