Abstract
Objetiva compreender a lógica de constituição do discurso pedagógico dos museus. Optou-se pela teoria de Basil Bersntein, buscando entender quais os fatores de influência e os limites que atuam nessa definição, bem como o que traz para a prática instrucional dessas instituições. Utilizou-se abordagem qualitativa, comparando duas tipologias de museus – de artes plásticas e de ciências humanas. Conclui-se a existência de uma prática instrucional indireta nos museus, pautada por um viés dialógico entre educadores e públicos. Os educadores encontram limites para a proposição de suas práticas, mas também possuem autonomia, principalmente sobre as metodologias empregadas nas ações educacionais.
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Martins, L. C. (2015). Como é criado o discurso pedagógico dos museus? Fatores de influência e limites para a educação museal. Museologia & Interdisciplinaridade, 3(6), 49–68. https://doi.org/10.26512/museologia.v3i6.16694
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