Abstract
Quando se fala de qualidade da água de irrigação se tem a certeza que se trata de qualidade em relação com a salinidade no sentido amplo do termo. Neste caso, a qualidade da água se define em função de três critérios básicos: salinidade em sentido restrito, sodicidade e toxicidade. Os problemas ligados à qualidade da água são poucos relatados na literatura brasileira e quando os são, se caracterizam por aspectos ligados à salinidade. Problemas com ferro, manganês, bactérias e algas, contidas na água ou sistemas de irrigação, são relatados na literatura internacional. Com o avanço da utilização da irrigação localizada (microaspersores e gotejadores), começam a vir a público problemas de perda de desempenho de equipamentos devido à presença de ferro e sólidos em suspensão. Os principais inimigos dos emissores e tubulações são os íons ferro e manganês e a altas concentrações de sólidos solúveis. Estes podem entupir tubulações, reduzindo a área de condução de água, aumentando a perda de carga e fazendo com que haja perda de pressão no sistema, reduzindo assim a vazão dos emissores. Em alguns casos pode-se até mesmo inviabilizar o sistema de irrigação como um todo. Nos emissores, água de má qualidade pode entupir a seção de passagem, reduzindo ou não permitindo que haja vazão adequada às plantas. Diante do exposto o objetivo desta revisão foi mostrar alguns dos problemas enfrentados pelo irrigante quando se fala em qualidade de água para irrigação.
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Silva, Í. N., Fontes, L. de O., Tavella, L. B., Oliveira, J. B. de, & Oliveira, A. C. de. (2012). QUALIDADE DE ÁGUA NA IRRIGAÇÃO. AGROPECUÁRIA CIENTÍFICA NO SEMIÁRIDO, 7(3). https://doi.org/10.30969/acsa.v7i3.134
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