Educação e tecnologia: a crise da inteligência

  • Martins M
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Investiguei a relação entre a educação e tecnologia, argumentando acerca dos limites, desafios e possibilidades de enfrentamento do que chamamos de crise da inteligência. Meu objetivo é mostrar como as novas tecnologias vem transformando a forma como pensamos e agimos. Não são poucas as pesquisas e reflexões que mostram as influências negativas das novas tecnologias. Contudo, no campo educacional, são raros os trabalhos que procuram destacar essas dificuldades. Dessa forma, entendo a necessidade de refletir, investigar e argumentar sobre as consequências das novas tecnologias para a educação, amparando-se numa bibliografia específica a esse respeito. As novas tecnologias, a internet, por exemplo, são meios e não os fins da educação. Como meios, servem aos fins educacionais e não o contrário. Portanto, não se trata de proibir o acesso das novas gerações as novas tecnologias, mas de criar um espaço educacional onde elas possam desenvolver todas suas capacidades. O uso dessas tecnologias tem comprometido o desenvolvimento de importantes capacidades cognitivas como a memória, a imaginação e, também, a faculdade do pensar e cooperar. Para enfrentar esses desafios, revelando os resultados da pesquisa realizada, sugiro, no final do artigo, três medidas que podem ser implementadas imediatamente em nossas instituições educativas.

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Martins, M. R. (2019). Educação e tecnologia: a crise da inteligência. Educação (UFSM), 44. https://doi.org/10.5902/1984644437943

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