Hipertensão arterial no idoso saudável e no idoso frágil: uma revisão narrativa

  • Costa E
  • Lourenço R
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Introdução: Sabe-se que, com o envelhecimento populacional, a prevalência de doenças crônicas, como a hipertensão arterial (HA), aumenta. Além disso, a fisiologia do envelhecimento e de comorbidades a ele associadas faz com que seja necessário rever pontos de corte para definição de hipertensão no idoso, principalmente nos mais frágeis. Objetivo: Descrever, por meio de uma revisão narrativa, as recomendações para o tratamento da HA no paciente idoso e, especialmente, no frágil. Métodos: revisão bibliográfica referente à HA no idoso, em bases de dados de pesquisa on-line. Resultados: Foram compiladas diretrizes nacionais, internacionais, além de artigos originais e de revisão sobre o assunto. Observou-se que não há um consenso quanto ao tratamento da HA, que este tratamento deve ser individualizado e que os efeitos colaterais das medicações precisam ser levados em consideração. Conclusão: Concluímos que os efeitos colaterais e interações entre drogas devem ser considerados na escolha da medicação. Entende-se que a hipotensão pode predispor a efeitos indesejados como quedas e sonolência, por estes motivos, tanto o nível de referência quanto o alvo a ser atingido são maiores do que na população mais jovem.Descritores: Hipertensão arterial; Idoso; Fragilidade.

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Costa, E. M., & Lourenço, R. A. (2018). Hipertensão arterial no idoso saudável e no idoso frágil: uma revisão narrativa. Revista Hospital Universitário Pedro Ernesto, 16(1). https://doi.org/10.12957/rhupe.2017.33267

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