Abstract
O mercado brasileiro de fitoterápicos encontra-se em crescente expansão, porém a falta de padronização e a má qualidade da matéria-prima vegetal constituem um problema crucial na produção de fitoterápicos de qualidade. Neste trabalho, foram avaliadas drogas vegetais constituídas de folhas (amostras A, B, C) e tinturas (amostras D, E, F) de guaco, adquiridas no Mercado Central e em farmácias de manipulação de Belo Horizonte, respectivamente. Realizaram-se testes físicoquímicos de caracterização organoléptica, determinação de matéria estranha, teores de água e cinzas totais para as amostras de drogas vegetais e caracterização organoléptica, medidas de pH e de densidade para as amostras de tinturas. Foram obtidos os perfis cromatográficos por CCD e CLAE-FR e fez-se a quantificação da cumarina (marcador químico), por CLAE-FR. As amostras analisadas apresentaram um ou mais dos parâmetros avaliados fora dos valores preconizados pela farmacopéia brasileira, evidenciando-se a necessidade da realização do controle de qualidade de matérias-primas vegetais, para se obter medicamentos fitoterápicos de qualidade, eficientes e seguros.(AU)
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Alvarenga, F. C. R., Garcia, E. de F., Bastos, E. M. A. F., Grandi, T. S. M., & Duarte, M. G. R. (2009). Avaliação da qualidade de amostras comerciais de folhas e tinturas de guaco. Revista Brasileira de Farmacognosia, 19(2a), 442–448. https://doi.org/10.1590/s0102-695x2009000300018
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