Abstract
Como Alice no País das Maravilhas (Lewis Carroll), a escrita deste texto convida a arriscar-se por [entre] figuras de linguagem e roteiros fabuladores. Em uma conversa infindável, o texto permeia a invenção para pensar a formação de professores em Artes Visuais, não como representação, mas como uma construção que, longe de um modelo, vislumbra arriscar-se. As histórias ficcionais, transitando entre arte e filosofia, com suas figuras e conceitos, arrastam intensivamente as identidades representacionais presentes na formação docente, aproximando ideias sobre o sentido ser e estar professor. Essa relação paradoxal apresenta-se como uma problemática para a pesquisa que, potencializada pela fabulação e o acontecimento, deseja romper com o primado da utopia representacional que está presente nas formações docentes.
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Nunes, C. R., & Schmidlin, E. (2021). Fabulação na formação docente. PÓS: Revista Do Programa de Pós-Graduação Em Artes Da EBA/UFMG, 11(23), 387–405. https://doi.org/10.35699/2237-5864.2021.32804
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