Abstract
O presente trabalho objetivou aplicar os conceitos de geoestatística e geoprocessamento para a obtenção de zonas de manejo de uma área de pastagem de capim Tanzânia, em São Carlos - SP, e delimitação de unidades de manejo para aplicação de calagem e adubação, com base no melhor método de interpolação. Com os resultados de análise de solo foram realizadas análises geoestatísticas para avaliação da dependência espacial dos atributos químicos. Os mapas foram obtidos pelo método de interpolação por Krigagem Ordinária e a definição das zonas de manejo foi realizada por meio de lógica fuzzy. A partir dos mapas dos parâmetros químico do solo gerou-se o mapa de zonas de manejo resultando em cinco zonas sendo: 0,02ha (1,2% da área total) consideradas como “muito baixa” fertilidade; 0,3ha (18%) “baixa” fertilidade; 0,75ha (44%) como “média” fertilidade; 0,55ha (32%) como “alta” fertilidade e, 0,08ha (4,8%) como “muita alta” fertilidade. A comparação dos métodos de interpolação demonstrou que a Krigagem Ordinária foi a melhor metodologia para o estudo. A geoestatística e o geoprocessamento demonstraram ser técnicas que auxiliam nas decisões estratégicas e complexas em relação ao gerenciamento do sistema de produção agrícola.
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Santos, K. E. L., Bernardi, A. C. C., Bettiol, G. M., & Crestana, S. (2017). GEOESTATÍSTICA E GEOPROCESSAMENTO NA TOMADA DE DECISÃO DO USO DE INSUMOS EM UMA PASTAGEM. Revista Brasileira de Engenharia de Biossistemas, 11(3), 294–307. https://doi.org/10.18011/bioeng2017v11n3p294-307
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