Abstract
This paper discusses the most common conceptions among the occupational therapists about the use of activities as a therapeutic aid. The belief in the intrinsic therapeutic proprieties ofthe activities, by itself, is discussed as wçll as its laboriatorial use, as a moment for doing fisics exercices, for learning standarts of motricity, behavior, social and professional habits and for emocional experience. The psicodinamic view add the inconscients emocional factors in the analisy of the activities and in the relationship between therapist-patient-activity. In both cases the patienfs concret condictions oflife and action do not enter in the occupationaltherapistspecific intervention.Este artigo discute as concepções predominantes entre os terapeutas ocupacionais sobre o uso de atividades como instrumento terapêutico. Refere-se à crença em que as atividades têm, em si mesmas, propriedades terapêuticas, o que referendaria seu uso laboratorial como um momento de exercício físico, de aprendizagem de padrões motores, comportamentais, de hábitos sociais, profissionais e de vivências emocionais. A corrente psicodinâmica acrescenta à análise de atividades os aspectos emocionais inconscientes destas e da relação paciente-terapeuta-atividade. Em ambos os casos, as condições concretas da vida e da ação dos pacientes permanecem fora do âmbito de intervenção do terapeuta ocupacional.
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Nascimento, B. A. do. (1990). O mito da atividade terapêutica. Revista de Terapia Ocupacional Da Universidade de São Paulo, 1(1), 17–21. https://doi.org/10.11606/issn.2238-6149.rto.1990.224301
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