Placentação em mocós, Kerodon rupestris Wied, 1820

  • Oliveira M
N/ACitations
Citations of this article
6Readers
Mendeley users who have this article in their library.

Abstract

Estudos de placentação foram desenvolvidos em quatorze fêmeas de mocós em diferentes fases de gestação. As fêmeas foram pré-anestesiadas associando-se cloridrato de quetamina (15mg/kg) e midazolan (1mg/kg). Em seguida foram anestesiadas por inalação de isoflurano em associação com oxigênio com 100% de saturação. Após a anestesia realizou-se a cirurgia para a exposição das estruturas fetais e a coleta de dados. Macroscopicamente, identificou-se uma placenta discoidal, o saco vitelínico e o âmnio de aspecto transparente e avascular. Microscopicamente, o cordão umbilical apresentou duas artérias, uma veia e o ducto alantoideano, além de uma artéria e uma veia vitelínicas. A placenta mostrou uma relação mesometrial com o útero e apresentou-se constituída por lóbulos delimitados por regiões de interlóbulo e, perifericamente, uma região de sincício marginal contendo locais com espongiotrofoblasto e células trofoblásticas gigantes. A subplacenta esteve composta por lóbulos e por trofoblasto de natureza sincicial e celular. O saco vitelínico apresentou uma porção parietal sustentada pela membrana de Reichert´s e uma porção visceral muito vascularizada. Os estudos de placentação em mocós indicaram a presença de um útero bicórneo, uma placenta corioalantoídea discoidal e labiríntica, com barreira placentária hemocorial de subtipo hemomonocorial separando um fluxo sangüíneo materno-fetal do tipo contracorrente.

Cite

CITATION STYLE

APA

Oliveira, M. F. (2005). Placentação em mocós, Kerodon rupestris Wied, 1820. Biota Neotropica, 5(1), 221–222. https://doi.org/10.1590/s1676-06032005000100030

Register to see more suggestions

Mendeley helps you to discover research relevant for your work.

Already have an account?

Save time finding and organizing research with Mendeley

Sign up for free