Abstract
O presente estudo investiga as estratégias que indivíduos com síndrome de Down utilizam para aprender a ler palavras no início da aprendizagem da leitura. Indivíduos com síndrome de Down que conheciam ou não o nome das letras aprenderam a ler dois tipos de grafias simplificadas: grafias fonéticas, em que as letras correspondiam a sons na pronúncia das palavras (Ex.: BTRA para beterraba) e grafias visuais, em que as letras não representavam sons na pronúncia das palavras, mas eram visualmente mais salientes (Ex.: UQLG para detetive). Os resultados questionam a hipótese de que indivíduos com síndrome de Down aprendem a ler visualmente. Os indivíduos que não conheciam o nome das letras acharam ambos os tipos de grafia muito difíceis. Por outro lado, os indivíduos que conheciam o nome das letras acharam as grafias fonéticas significativamente mais fáceis do que as grafias visuais.
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Cardoso-Martins, C., Michalick, M. F., & Pollo, T. C. (2006). O papel do conhecimento do nome das letras no início da aprendizagem da leitura: evidência de indivíduos com síndrome de Down. Psicologia: Reflexão e Crítica, 19(1), 53–59. https://doi.org/10.1590/s0102-79722006000100008
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