Abstract
Desse modo, o artigo chama a atenção para o fato de que, como ruínas, os bens tombados ocultam também diversas ocupações e usos sociais. Com base na metáfora do flâneur e na proposta de recuperação da noção de experiência com base num novo colecionismo, a autora propõe uma metodologia de pesquisa (a etnografia dos percursos) para estudar os museus do Estado do Rio de Janeiro como ruínas.
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Abreu, R. (2012). Colecionando museus como ruínas: percursos e experiências de memória no contexto de ações patrimoniais. Ilha Revista de Antropologia, 14(1,2). https://doi.org/10.5007/2175-8034.2012v14n1-2p17
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