Abstract
Este artigo focaliza a relação simbólica existente entre o povo Krenak e determinados ambientes do médio vale do Rio Doce especialmente os afloramentos quartzíticos das serras da Onça e do Boiadeiro, localizados na margem direita do rio por meio de uma perspectiva etnoarqueológica, identitária e patrimonial.
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Baeta, A. M., & Mattos, I. M. de. (2008). A Serra da Onça e os índios do Rio Doçe: uma perspectiva etnoarqueológica e patrimonial. Habitus, 5(1), 39. https://doi.org/10.18224/hab.v5.1.2007.39-62
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