Abstract
Não há entrevista a político ou a empresário ou a comentador político e económico que não tenha bem evidente a mediocridade dos resultados escolares face aos investimentos realizados. Este pensar, corroborado por diversos estudos realizados na última década, retoma o sentimento de frustração que está presente quer nos preâmbulos dos textos normativos das reformas educativas, quer em relatórios elaborados pela Administração central. Neste artigo focalizaremos três aspectos essenciais: o problema social da avaliação; a ausência da avaliação formativa no ensino básico; a centralidade do discurso da competência.
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Pacheco, J. A. (2006). A avaliação das aprendizagens: para além dos resultados. Revista Portuguesa de Pedagogia, 253–269. https://doi.org/10.14195/1647-8614_40-3_11
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