Abstract
O presente artigo procura compreender uma indicação dada por Heidegger a Medard Boss, segundo a qual “Sorge” (cura, cuidado) não pode ser diferenciada em contraposição ao amor, como fizera Binswanger, por ser o nome para a constituição extático-temporal do traço fundamental da presença (Dasein), ou seja, da compreensão do ser. O artigo analisa cada momento desta indicação e busca compreender em que sentido cuidado é, ontologicamente, o mesmo que amor.
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FERNANDES, M. A. (2011). O cuidado como amor em Heidegger. PHENOMENOLOGICAL STUDIES - Revista Da Abordagem Gestáltica, 17(2), 158–171. https://doi.org/10.18065/rag.2011v17n2.6
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