Abstract
Introdução. O trauma tem sido motivo de grande discussão na atualidade, sendo uma das principais causas de morbimortalidade e é descrita como um problema de saúde pública para alguns autores, pois afeta principalmente a faixa etária ativa da população. O principal trauma e o que causa mais vítimas é o trauma craniano. Objetivo. Este estudo teve o objetivo de analisar pesquisas sobre a epidemiologia do Traumatismo crânio-encefálico (TCE) no Brasil. Método. Foi realizado uma revisão da literatura nas bases de dados SCIELO, USP, LILACS, ABEN, RBTI, UFRN, ACM e ACS, com artigos publicados entre 2002 e 2011. Resultados. A análise mostrou predominância do sexo masculino. A faixa etária mais atingida é entre 21 e 60 anos e a maioria sofreu queda. Mais de 50% das vítimas de acidente de trânsito que tiveram TCE não faziam o uso de EPI. Em relação à gravidade do trauma, detectaram-se dois extremos, a maior quantidade era de TCE leve e em seguida TCE grave. Na tomografia computadorizada encontrou-se uma predominância nos hematomas subgaleais seguidos de fraturas. Conclusão. Concluiu-se que os estudos sobre a epidemiologia do TCE são muito importantes para que haja uma melhoria no atendimento pré e intra-hospitalar e em campanhas educativas mais eficientes.
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Gaudêncio, T. G., & Leão, G. de M. (2013). A Epidemiologia do Traumatismo Crânio- Encefálico: Revista Neurociências, 21(3), 427–434. https://doi.org/10.34024/rnc.2013.v21.8261
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