Abstract
O presente artigo tem como objetivo narrar as principais transformações comunicacionais e educacionais geradas pelo rápido e intenso desenvolvimento das tecnologias digitais em rede (TDR) na contemporaneidade e discutir sua relação com a educação museal. O termo e noção ‘Educação Museal Online’ (EMO) é apresentado e sugerido como um novo modo de fazerpensar[1] ações educativas museais na/com a cibercultura, a partir dos referenciais teórico-epistemológicos da multirreferencialidade (Ardoino, 1998) e das pesquisas dos/nos/com os cotidianos (Alves, 2008, 2010; Certeau, 2014), assim como das experiências de práticas educativas museais online levadas a cabo pela primeira autora com/na Seção de Assistência ao Ensino do Museu Nacional/UFRJ, como parte de sua participação como professora colaboradora do setor e de sua pesquisa de doutorado em desenvolvimento no Programa de Pós-Graduação (PROPED) da Faculdade de Educação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).[1] Segundo OLIVEIRA e ALVES (2008, p. 11) a junção de termos e a sua inversão, em alguns casos, foi a forma das autoras mostrarem “os limites para as pesquisas nos/dos/com os cotidianos, do modo dicotomizado criado pela ciência moderna para analisar a sociedade”.
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Marti, F. M., & Santos, E. O. dos. (2019). EDUCAÇÃO MUSEAL ONLINE: A EDUCAÇÃO MUSEAL NA/COM A CIBERCULTURA. Revista Docência e Cibercultura, 3(2), 41–66. https://doi.org/10.12957/redoc.2019.44589
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