Abstract
Com o objetivo de investigar o controle por regras, 10 universitários foram expostos a um procedimento de escolha de acordo com o modelo; a tarefa era apontar três estímulos de comparação em uma sequência correta. Na Sessão 1 nenhuma sequência era reforçada ou instruída. As contingências da Sessão 2 eram alteradas na Sessão 3, e as contingências da Sessão 3 eram mantidas inalteradas na Sessão 4, iniciada com a regra discrepante. Os participantes eram solicitados a descrever as contingências durante as sessões e foram distribuídos em dois grupos, que diferiam porque a sequência correta na Sessão 2 era estabelecida por re-forço diferencial no Grupo RD e por regra no Grupo IN. Os participantes que responderam corretamente na Sessão 3 tenderam a deixar de seguir a regra discrepante na Sessão 4; e os que responderam incorretamente na Sessão 3 tenderam a seguir a regra discrepante na Sessão 4. Um participante, na Sessão 2, formulou uma autorregra antes de o comportamento por ela especificado ter sido estabelecido por suas consequências imediatas. Neste caso, o comportamento especificado pela autorregra permaneceu inalterado nas primeiras tentativas da Sessão 3. Discutem-se os efeitos de perguntas, regras, autorregras, consequências e histórias do ouvinte sobre o comportamento.
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Albuquerque, L. C. de, Silva, L. de S., & Paracampo, C. C. P. (2014). Análise de variáveis que podem interferir no comportamento de seguir regras discrepantes. ACTA COMPORTAMENTALIA, 22(1), 51–71. https://doi.org/10.32870/ac.v22i1.48851
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